Hoje, a cidade enfrenta mais um capítulo da escassez de água em vários bairros. Na verdade, desde o dia 14, não obtivemos respostas do SEMAE. A situação piorou com o vazamento de um print do setor de atendimento, revelando a resposta problemática do responsável:
” os mesmos (RGE) passar a ser responsáveis indiretos, pois não há nada que o Semae possa fazer a não ser esperar…” erros de ortografia do responsável pelo atendimento.
Do outro lado da conversa, o contribuinte relata ter entrado em contato com a RGE, que afirma não ter responsabilidade sobre a gestão do SEMAE. O setor de atendimento do SEMAE responde apenas que: “Agora é necessário aguardar a normalização do consumo”.
Essa situação nos remete a anos atrás, na antiga gestão, quando constantes atritos entre RGE e SEMAE resultavam em falta de energia, falta de água, ausência de manutenção e insatisfação generalizada dos contribuintes da cidade. Em pleno verão, as pessoas chegavam em casa e encontravam suas torneiras vazias.
Essa guerra está prejudicando seriamente a qualidade de vida da população de São Leopoldo. Se os gerentes e gestores das duas empresas, que recebem vultosas quantias, não têm capacidade para se sentar e resolver o problema, que, daqui, parece ser pessoal entre eles, é hora de trocar o time e buscar quem possa fazê-lo. A cidade paga caro por esse serviço, e merece uma solução eficaz.









